As autoridades de Portugal reconheceram, na última sexta-feira, a possibilidade de suicídio no caso da morte de um cidadão português, que ocorreu no Hotel Polana em Maputo. Essa confirmação se deu após uma investigação conjunta com o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), apesar da falta de detalhes sobre a sequência dos ferimentos encontrados no corpo da vítima.

Resultados da investigação
Os exames realizados, incluindo análises médico-legais e toxicológicas, reforçam a hipótese de suicídio, descartando a ideia de homicídio ou a participação de terceiros. O inspector da Polícia Judiciária de Portugal, Santos Martins, elogiou a precisão dos resultados apresentados pelo SERNIC e outras instituições envolvidas.

Falta de esclarecimentos
No entanto, as autoridades não forneceram uma reconstrução clara dos eventos que levaram aos ferimentos, o que aumentou o ceticismo entre a opinião pública de Moçambique e Portugal. A única atualização importante foi sobre o local da morte, que ocorreu em uma casa de banho pública do hotel, e não em um quarto, como se especulou inicialmente.





