A justiça dos Estados Unidos negou o pedido de liberdade antecipada do ex-ministro das Finanças de Moçambique, Manuel Chang, que está a cumprir uma pena de oito anos e meio de prisão. Chang solicitou a sua libertação antecipada por motivos de saúde, mas o juiz responsável pelo caso decidiu que ele deverá continuar encarcerado até o término da sua pena, previsto para março deste ano.

Na sua defesa, Chang alegou problemas de saúde, incluindo hipertensão, diabetes e complicações renais, além de mencionar a sua idade de 70 anos. Apesar de ter destacado seu bom comportamento na prisão e a não representação de risco de reincidência, o tribunal manteve a decisão de custódia. Em 2023, ele foi condenado por fraude, corrupção e lavagem de dinheiro, como parte do escândalo das “dívidas ocultas”. A sua situação jurídica em Moçambique, após cumprir a pena nos EUA, permanece incerta, dado que ele enfrenta um processo relacionado ao mesmo caso em seu país.






