Os profissionais de saúde em Moçambique iniciaram uma greve de 30 dias a partir de hoje, como forma de protesto contra a decisão do Governo de pagar apenas 40% do 13.º salário aos funcionários públicos e pensionistas. A greve foi anunciada pelo Presidente da Associação dos Profissionais de Saúde Unidos e Solidários de Moçambique (APSUSM), Anselmo Muchave, que considerou a medida do governo como “injusta e desrespeitosa”.

Justificativa da Greve
Muchave expressou que, embora a informação sobre o pagamento do 13.º salário seja bem-vinda, a proposta de 40% não é aceitável. Ele argumentou que essa decisão ignora os sacrifícios dos profissionais de saúde, que trabalham sob condições difíceis e enfrentam sobrecarga de trabalho. A APSUSM avisa que a greve continuará até que o Governo reveja a percentagem do pagamento do 13.º salário para 100%.

Contexto Atual
A greve ocorre em um momento crítico para o país, que está lidando com inundações e chuvas intensas que já resultaram em várias mortes. O risco de surgimento de doenças típicas da época chuvosa também agrava a situação, tornando a atuação dos profissionais de saúde ainda mais essencial.





