Recentemente, o Fundo Monetário Internacional (FMI) expressou preocupações sobre as restrições financeiras que Moçambique enfrenta. Em um cenário de crescente endividamento interno, o governo tem buscado alternativas para estabilizar a economia, incluindo a utilização do Fundo Soberano como uma possível âncora para a recuperação económica.

Pressões de Liquidez e Endividamento
O Ministério das Finanças admitiu que existem “pressões de liquidez” no curto prazo, o que levanta questões sobre a sustentabilidade da dívida pública. O FMI recomendou que o país estabelecesse uma meta de saldo primário de 2% do PIB até 2027, com o objetivo de restaurar a sustentabilidade fiscal e assegurar o acesso a novos financiamentos.

Uso do FMI e Perspectivas Futuras
Até agora, Moçambique já utilizou 226% da sua quota com o FMI, e a instituição ainda não confirmou novos financiamentos. O governo enfrenta o desafio de equilibrar suas finanças enquanto busca soluções eficazes para a recuperação económica.





