O líder do ANAMOLA, Venâncio Mondlane, criticou as políticas públicas do governo, afirmando que estas falharam em promover um desenvolvimento sustentável e inclusivo em Moçambique. Durante a Conferência Moçambique – Países Nórdicos, Mondlane destacou que a execução ineficaz e a falta de transparência nas políticas têm impedido o progresso social e econômico, afetando especialmente as comunidades mais vulneráveis e acentuando desigualdades.

Denúncia de violência e exclusão
Além das falhas nas políticas, Mondlane denunciou o assassinato de 49 membros do seu partido desde 2025, exigindo investigações independentes sobre os casos. Ele também criticou a exclusão do ANAMOLA do Diálogo Nacional Inclusivo, afirmando que tal exclusão compromete a legitimidade do processo e favorece a polarização política. Para ele, é crucial realizar reformas no sistema de justiça para que o discurso sobre desenvolvimento inclusivo se torne uma realidade.










