Em 2025, a China deixou de ser o principal credor de Angola, uma mudança significativa no panorama financeiro do país. Esta alteração reflete a evolução das relações económicas e a reestruturação das dívidas angolanas, que têm vindo a ser um tema central na política económica do país nos últimos anos.

As novas dinâmicas de financiamento indicam que Angola está a diversificar as suas fontes de crédito, procurando reduzir a dependência de um único parceiro. Essa estratégia pode abrir portas a novas oportunidades de investimento e cooperação internacional, visando um crescimento económico mais sustentável e equilibrado.






