O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Indústria Metalúrgica, Metalomecânica e Energia (SINTIME) fez um apelo na sexta-feira, solicitando que se evitem os planos de encerramento da fábrica de Fundição de Alumínio, conhecida como Mozal. A entidade alerta sobre as repercussões negativas que essa decisão pode acarretar na economia do país.

Apelo por diálogo
O secretário-geral do SINTIME, Américo Macamo, instou todas as partes envolvidas nas negociações a manterem diálogos contínuos, visando encontrar alternativas que evitem o encerramento da unidade fabril. Segundo ele, o objetivo de preservar a Mozal deve ser um esforço coletivo, uma vez que o fechamento poderá causar graves consequências económicas e sociais, incluindo a falência de pequenas e médias empresas e o despedimento em massa de trabalhadores.

Mozal como ativo estratégico
Macamo também enfatizou que a Mozal é considerada um “ativo estratégico” para Moçambique, propondo que o contrato atual seja estendido por mais 12 meses. Essa extensão, segundo ele, oferece a oportunidade para negociações mais profundas e a criação de acordos sustentáveis para o futuro da fábrica.





